Comércio
A pandemia da Covid-19 causou grandes impactos em vários setores da
sociedade, com a população isolada, a roda da economia não gira no mesmo ritmo,
afetando o Produto Interno Bruto a soma de todos os bens produzidos pela
nação de todos os países.
Não demorou muito para que essa crise também alcançasse as relações
comerciais internacionais.
O Covid-19 mudou o sistema de negócios no exterior, visto que a China país onde a pandemia se iniciou, é atualmente o principal exportador do mundo, atingindo quase US$ 2,5 trilhões exportados todos os anos. Logo, com a economia chinesa afetada, todas as relações comerciais deste país com os demais são colocadas em xeque.
Além da óbvia transformação da comunicação entre os países, que passa a
ser mais via e-mail, vídeo conferências e apps do que de forma presencial, os
negócios precisaram ser revistos. Isso será necessário porque para seguir
as determinações das entidades de saúde para a contenção do vírus, as economias
mundiais devem passar por um período de “hibernação” sem data para o
retorno.
Nike:
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Recuperação, quando as lojas abrirem novamente
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Normalização, através do retorno à condições pré-crise
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Crescimento de vendas
O Covid-19 mudou o sistema de negócios no exterior, visto que a China país onde a pandemia se iniciou, é atualmente o principal exportador do mundo, atingindo quase US$ 2,5 trilhões exportados todos os anos. Logo, com a economia chinesa afetada, todas as relações comerciais deste país com os demais são colocadas em xeque.
Através da base de
dados do seu aplicativo de treinamento na China, a Nike identificou um quarteto
de pilares estratégicos à varejistas mundiais:
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Contenção, determinada pelo fechamento de lojas em larga escalaPara reverter a queda
das ações da companhia, a Nike utilizou seus canais de comércio eletrônico para
conter os efeitos do impacto gerado à empresa. A estratégia de fortalecimento
digital gerou uma expansão de 36% das vendas em seu comércio eletrônico,
durante o primeiro trimestre da pandemia.
Apenas na China, o número de usuários ativos
semanalmente em todos os aplicativos de atividade da Nike subiu 80%, gerando
uma receita de US$ 10,1 bilhões no final do primeiro trimestre, o que estava
totalmente fora do esperado.
A capacidade digital da Nike foi
responsável pelo gerenciamento dos efeitos do vírus sobre o negócio, mostrando
que é no ambiente digital que toda a capacidade de retomar o crescimento da
empresa está.
Conforme disse Sam Poser, analista da
Susquehanna, sobre a empresa:
- "A força da marca, sua perícia
digital […] permitirão que a empresa saia ainda mais forte dessa crise do que
quando entrou nela."



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