Com a necessidade de evitar sair de casa não há dúvidas de que muitas pessoas acabaram se tornando clientes de aplicativos de delivery durante a pandemia do Covid-19.
Mas o que é Delivery?
Delivery é uma palavra da língua inglesa que traduzida para o português significa entrega.
Os serviços de entregas antes eram prioridade dos correios, transportadoras e alguns profissionais liberais e isso restringia alguns produtos, mas com avanço tecnológico essa coisas foram mudando e hoje os serviços de entrega beneficiam vários ramos de atividade principalmente restaurantes e lanchonetes.
Líder desse segmento, o Zé Delivery viu o interesse por seu serviço aumentar consideravelmente. Em sites de buscas, os registros de pessoas procurando pelo aplicativo aumentaram 1.000% nos últimos meses. Em abril, o número de pedidos chegou à marca de 1 milhão, representando crescimento de 66%.
O iFood acumula dados que revelam as mudanças na área da alimentação. Entre março e junho, um tipo de estabelecimento teve grande crescimento dentro da plataforma, apenas em junho, cerca de 3 milhões de itens de panificação foram vendidos, um número duas vezes maior do que as vendas realizadas em abril.
Se antes o app era usado para a compra de almoço e jantar, hoje novas ocasiões também podem incluir a entrega. No iFood, pedidos de café da manhã tiveram aumento de 133% durante os dias de semana e de 127% nos finais de semana.
Graças as quedas nas corridas, a pandemia deu tração ao Uber Eats, ondereceita cresceu 103% no segundo trimestre, para US$ 1,21 bilhão. Além de representar metade dos ganhos da Uber no período, o app de delivery ajudou a reduzir os estragos do recuo de 67% do negócio principal.
Nesse período, a empresa lançou o serviço de entregas de supermercado e firmou uma parceria com a Fast Shop. Além disso, estreou uma opção de assinatura, onde busca maior integração entre os serviços de entrega e mobilidade do Uber.
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